sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Auto Reflexão e Impressões Sobre a Disciplina

Iniciamos este semestre com uma aula onde a professora propôs várias questões para reflexão. Uma delas era sobre o que achávamos sobre "subjetividade". Aprendemos que a subjetividade é aquilo que diz respeito ao íntimo pessoal, interpretações, impressões, etc. Frente uma situação análoga, todos podemos ter diferentes reações ou pensamentos, isso porque nossa subjetividade é diferente.

Essa atividade do blog demonstra um pouco o conceito de subjetividade. Dada a pauta livre para as postagens, resguardando-se minimamente no escopo da disciplina, cada aluno tratou de forma completamente diferente e isso é muito construtivo para a disciplina como um todo.

Infelizmente não pude relatar neste blog o desenvolvimento dos debates aula a aula, mas acredito ter sido um espaço de compartilhamento de conteúdo e opinião. É um método que pode ser aplicado em outras disciplinas e também, para aqueles que gostam de escrever, como uma válvula de escape, uma espécie de diário.

Ao longo das aulas, capítulo a capítulo, fomos aprendendo um pouco mais sobre como Dejours e outros autores desenvolviam seus trabalhos em busca de como a subjetividade penetrava no mundo rígido do trabalho e propunham enfoques diversos para a gestão.

Diria que tivemos um aprofundamento da disciplina de gestão de pessoas, onde aprendemos a ter um olhar diferente sobre as situações típicas do trabalho e também sobre o mundo como um todo, uma vez que o momento político e social do Brasil esteve sempre em pauta paralelamente.

A aproximação da disciplina com a psicologia e outras áreas das ciências sociais reflete a multidisciplinaridade necessária para a formação do administrador público e social.

Para finalizar, gostaria de agradecer à professora Fernanda pelo aprendizado do semestre, mais uma vez foi um prazer compartilhar o espaço da universidade para compartilhar nossas experiências.




segunda-feira, 14 de novembro de 2016


O Espaço Tripolar Ergonômico conforme Scwartz. Fonte: http://www.convibra.com.br/2009/artigos/112_0.pdf

O capítulo 13 do livro Clínicas do Trabalho expõe o tema da Ergologia, do qual Yves Schwartz é um expoente. Rapidamente podemos colocar a Ergologia como uma área do conhecimento que aborda o trabalho através de uma perspectiva mais prática, levando em conta a tarefa além do prescrito.
A figura acima representa o que Scwartz chama de "Espaço Tripolar Ergológico", onde vemos três pólos: Politéia; Mercado; Gestões Humanas. Schwartz afirma que o polo das gestões consiste em normatividades que advém dos outros dois pólos e a singularidade da vida individual e coletiva. 

Dessa forma, me parece natural, considerando essa teoria, que no mundo do trabalho sejam considerados os aspectos da vida pessoal e social das pessoas. Quero dizer que é impossível se descolar totalmente do trabalho ao estarmos em casa ou em algum momento de lazer, bem como se descolar da vida pessoal estando no trabalho. O entendimento da relação entre os aspectos pessoais e profissionais é determinante para o sucesso da gestão.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Empresas Recuperadas no Brasil

Segue artigo que trata das empresas recuperadas, aquelas em que os empregados assumem o controle após um processo de falência, conforme o Prof. Fábio citou em sala de aula.

domingo, 16 de outubro de 2016

8 horas!


Escolhi essa imagem pois achei muito interessante a maneira simplista com que ocorre a representação das horas que compõe o dia de uma pessoa.

Trata-se de uma ilustração em prol da campanha do Gas Workers Union, em 1889, que lutava por uma jornada de trabalho de 8 horas, ao invés das longas, insalubres e intermináveis jornadas de até então. Mas imediatamente, ao olhar a imagem me ocorre: 8 horas de trabalho, ok; 8 horas de sono, às vezes, mas ok; espera aí, onde estão minhas 8 horas pra fazer o que eu quiser???

Bom, aí é que a gente começa a pensar qual das atividades (trabalhar, domir, ou outra qualquer) está tomando espaço das demais? Oito horas de trabalho são o mínimo, pois estamos presentes no local de trabalho por oito horas mais uma de intervalo, totalizando nove. Nas grandes cidades o transporte é um drama diário, que já estamos acostumados. Digamos que, se andamos de ônibus, perdemos uma hora pra ir e outra pra voltar. Mais duas horas para o trabalho. Isso sem contar horas extras, engarrafamentos. Já temos 11 horas para o trabalho.

Realmente aquelas oito horas para fazer o que queremos é ilusória, no final das contas temos todo o nosso tempo dedicado ao trabalho e ao descanso para poder trabalhar mais. Infelizmente sobram poucas horas para que realmente possamos desfrutar de alguma atividade que nos ofereça qualidade de vida para renovação das energias. As mazelas do trabalho e da vida tomam conta das nossas vidas assim como as horas do trabalho tomam conta do nosso dia.

Agora imagina trabalhar e ainda estudar à noite? ;))))

Rafael